Orientações para os pais lidarem com comportamentos de oposição

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Lidar com comportamentos de oposição dos filhos é uma tarefa complexa, difícil e extenuante. Mas o desespero que muitos pais atingem, além de não alterar o comportamento indesejável, provoca nos filhos, se a situação chegar a comportamentos agressivos (por parte dos pais) sentimentos de revolta, de rejeição e de se sentir mal amado.

Encontramos no presente texto seis condições que podem ajudar a resolver tais comportamentos.

  1. É necessário que os pais sejam consistentes., que não alterem, de dia para dia, as suas reacções perante comportamentos semelhantes, ou consoante a sua disposição.

Neste sentido, podem pais e filhos sentirem-se mais confortáveis se elaborarem uma lista de tarefas e regras, e colocá-la num local de fácil acesso a todos.

  1. Os castigos ou consequências devem ser justos, claros, e cumpridos e estarem relacionados com os comportamentos expressos e não aceitáveis. Se uma criança é responsável por arrumar a sua mochila para a escola, se o não fizer estará sujeita a receber uma intimidação da escola. Neste e noutros casos, os pais não devem substituir-se à criança ou adolescente e faze o que está contratualizado com os filhos.
  2. É importante que os pais tenham uma atitude positiva, ou seja mais do que salientar o que de negativo existe na conduta dos filhos, importa elogiar e reforçar os bons comportamentos. É, igualmente importante que os elogios sejam concretos e se refiram ao ato em si; em vez de dizer, por exemplo, “hoje portaste-te muito bem”, deve dizer “hoje, fizeste os trabalhos de casa rapidamente e com gosto, estou muito contente por isso”
    1. Tente não fazer juízos de valor pela negativa. As afirmações pela negativa devem ser reduzidas a um mínimo. Não se trata de ignorar um mau comportamento. Mas de o abordar de uma forma tranquila, mostrando o que está errado, como por exemplo ”já reparei que saíste de casa com o quarto desarrumado, a roupa suja pelo chão e a cama por fazer. Antes de jantar vai, por favor vai por as coisas em ordem”.
    2. Não tente argumentar com os seus filhos. Se já tomou uma decisão, não discuta sobre isso. Se o que foi referido por si é verdadeiramente entendido pelo seu filho só o deverá dizer uma vez. Se ele pede ou insiste numa explicação depois da decisão estrar tomada, o seu filho estará só e apenas a tentar cansá-lo na esperança que você venha a mudar de ideias. Habitualmente, o que acontece é que os filhos entram facilmente, quando contrariados, em “lutas de poder” com os adultos. Com o tempo isto irá ser atenuado se os pais forem capazes de, racionalmente, construírem mais e mais argumentos.
    3. Dê alternativas. Permita que seu filho tenha liberdade de escolha, se treine na resolução de problemas e recompense-o sempre que ele se decida por soluções adequadas.
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