Relação de um professor com um aluno emocionalmente perturbado

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Ver e participar numa aula onde, dia após dia, se lida com um estudante emocionalmente perturbado pode deixar um professor impotente, preocupado e frustrado. Alguns naturalmente sabem como responder, enquanto outros podiam, se estivessem apetrechados para, tal utilizar algumas fórmulas de abordagem do aluno para melhorar a situação. Os professores não podem assumir o papel de conselheiro, mas podem usar algumas das técnicas básicas de aconselhamento para ajudar os alunos a sentirem-se ouvidos, aceites e mais confiantes.

 

Aqui estão algumas ideias básicas de aconselhamento e técnicas que podem ser utilizadas com os alunos:

 

  1.       Construir um relacionamento e uma relação de confiança: Quebrar o gelo, pedindo-lhes que lhes falem sobre os seus interesses. Perguntar-lhes sobre como se passou o seu fim-de-semana e quais as coisas boas e más que aconteceram; podem questionar os alunos sobre as suas músicas eleitas e sobre a sua comida preferida. É importante que antes que o professor inicie uma série de perguntas sobre determinados comportamentos ou áreas de preocupação, os faça sentir confortáveis. Pode exprimir ao aluno que está muito interessado em o ouvir e que provavelmente ele sente necessidade em falar com alguém.

Se a proposta vier do professor, o aluno pode sentir que a decisão de falar ou não falar está nas suas mãos, o que lhe permite viver o sentimento de estar a controlar a situação.

  1.       O professor pode falar com o aluno sobre algumas das suas preocupações: Esta forma de actuar coloca os alunos à vontade e permite que eles se sintam tratados como seres responsáveis e com maturidade.

 

  1.       É importante ter a percepção do “onde” e “quando” é conveniente falar: Deve-se escolher um lugar onde os dois, professor e aluno possam estar à vontade, sem serem ouvidos, mas suficientemente perto do grupo turmapara que os restantes alunos percebam a atitude do professor e a preocupação que ele tem pelo bem-estar dos alunos.

 

  1.       Lembrá-los de confidencialidade: O professor estáobrigado a informar os alunos de que tudo que eles dizem será objecto de confidencialidade, a menos que os alunos contem algo que sugere que eles próprios ou os companheiros possam ter sido prejudicados ou estar em risco.

 

  1.       Pensar sobre linguagem corporal: esteja ciente de sua própria postura: É importante manter os braços e as pernas descruzados e uma postura corporal descontraída e mostrar que está fisicamente confortável durante o diálogo. O contacto visual deve ser mantido.

 

  1.       Ouvir: Muitas vezes, como professores, estamos ocupados e quereremos apressar as coisas. Podemos facilmente encontrar-nos a terminar as frases que os estudantes iniciam, pensando que os estamos a ajudar. Quando uma pessoa está em conflito com alguma coisa necessita de falar sobre isso, utilizando as suas próprias palavras e seus próprios pensamentos e ideias, mesmo que o raciocínio não seja fluído e totalmente coerente.

 

  1.       Empatizar e validar as emoções: Fazer afirmações como, ‘Eu posso imaginar como isso deve ser difícil para ti,’ ‘Obrigado por confiares em mim”, “o que estás a sentir”. Abordar a emoção é o primeiro passo para lidar com o problema. Uma vez que um sentimento é expresso e é aceite pelo adulto, o aluno pode tentar alterar seus sentimentos iniciais.

 

  1.       Limitar os conselhos: O aluno pode perguntar a opinião do professor sobre as suas acções e as consequências que elas poderão ter. Há que dar tempo ao aluno e deixá-lo pensar e reflectir nas várias soluções possíveis. É importante que os alunos entendam que o tempo é necessário quando se quer fazer uma escolha sensata e menos carregada de emoção.

 

  1.       Acabar com conversas com um foco em algo positivo: O professor pode sugerir que o aluno liste as coisas que ele acha que lhe estão a correr bem. Isto ajuda o aluno a ter uma imagem mais positiva de si próprio e a ganhar confiança quanto à sua capacidade futura de resolver situações mais difíceis.

 

Ver e participar numa aula onde, dia após dia, se lida com um estudante emocionalmente perturbado pode deixar um professor impotente, preocupado e frustrado. Alguns naturalmente sabem como responder, enquanto outros podiam, se estivessem apetrechados para, tal utilizar algumas fórmulas de abordagem do aluno para melhorar a situação. Os professores não podem assumir o papel de conselheiro, mas podem usar algumas das técnicas básicas de aconselhamento para ajudar os alunos a sentirem-se ouvidos, aceites e mais confiantes.

 

Aqui estão algumas ideias básicas de aconselhamento e técnicas que podem ser utilizadas com os alunos:

 

1.      Construir um relacionamento e uma relação de confiança: Quebrar o gelo, pedindo-lhes que lhes falem sobre os seus interesses. Perguntar-lhes sobre como se passou o seu fim-de-semana e quais as coisas boas e más que aconteceram; podem questionar os alunos sobre as suas músicas eleitas e sobre a sua comida preferida. É importante que antes que o professor inicie uma série de perguntas sobre determinados comportamentos ou áreas de preocupação, os faça sentir confortáveis. Pode exprimir ao aluno que está muito interessado em o ouvir e que provavelmente ele sente necessidade em falar com alguém.

Se a proposta vier do professor, o aluno pode sentir que a decisão de falar ou não falar está nas suas mãos, o que lhe permite viver o sentimento de estar a controlar a situação.

2.      O professor pode falar com o aluno sobre algumas das suas preocupações: Esta forma de actuar coloca os alunos à vontade e permite que eles se sintam tratados como seres responsáveis e com maturidade.

 

3.      É importante ter a percepção do “onde” e “quando” é conveniente falar: Deve-se escolher um lugar onde os dois, professor e aluno possam estar à vontade, sem serem ouvidos, mas suficientemente perto do grupo turma para que os restantes alunos percebam a atitude do professor e a preocupação que ele tem pelo bem-estar dos alunos.

 

4.      Lembrá-los de confidencialidade: O professor está obrigado a informar os alunos de que tudo que eles dizem será objecto de confidencialidade, a menos que os alunos contem algo que sugere que eles próprios ou os companheiros possam ter sido prejudicados ou estar em risco.

 

5.      Pensar sobre linguagem corporal: esteja ciente de sua própria postura: É importante manter os braços e as pernas descruzados e uma postura corporal descontraída e mostrar que está fisicamente confortável durante o diálogo. O contacto visual deve ser mantido.

 

6.      Ouvir: Muitas vezes, como professores, estamos ocupados e quereremos apressar as coisas. Podemos facilmente encontrar-nos a terminar as frases que os estudantes iniciam, pensando que os estamos a ajudar. Quando uma pessoa está em conflito com alguma coisa necessita de falar sobre isso, utilizando as suas próprias palavras e seus próprios pensamentos e ideias, mesmo que o raciocínio não seja fluído e totalmente coerente.

 

7.      Empatizar e validar as emoções: Fazer afirmações como, ‘Eu posso imaginar como isso deve ser difícil para ti,’ ‘Obrigado por confiares em mim”, “o que estás a sentir”. Abordar a emoção é o primeiro passo para lidar com o problema. Uma vez que um sentimento é expresso e é aceite pelo adulto, o aluno pode tentar alterar seus sentimentos iniciais.

 

8.      Limitar os conselhos: O aluno pode perguntar a opinião do professor sobre as suas acções e as consequências que elas poderão ter. Há que dar tempo ao aluno e deixá-lo pensar e reflectir nas várias soluções possíveis. É importante que os alunos entendam que o tempo é necessário quando se quer fazer uma escolha sensata e menos carregada de emoção.

 

9.      Acabar com conversas com um foco em algo positivo: O professor pode sugerir que o aluno liste as coisas que ele acha que lhe estão a correr bem. Isto ajuda o aluno a ter uma imagem mais positiva de si próprio e a ganhar confiança quanto à sua capacidade futura de resolver situações mais difíceis.

 

 

 

 

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